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BLOG SINDMETAL

30ª Edição


Presidência do Sindmetal


O Sindmetal tem um novo Presidente, o empresário Arquimedes Rosa. Natural de Ituiutaba, proprietário da conceituada oficina "Estufa de ouro", se mudou para São Paulo com o irmão aos 17 anos de idade, onde desempenhava a função de pintor de carros e seu irmão, atual sócio, era funileiro. Ambos já tinham o desejo de abrir uma oficina, mas foi em terras uberlandenses que o sonho tornou-se realidade. Devido a uma necessidade familiar, os dois se mudaram para Uberlândia em 1979 e aqui abriram a Estufa de Ouro, que hoje emprega 62 colaboradores. Segundo o Sr. Arquimedes, sua gestão no Sindmetal buscará a continuidade e a competência das gestões anteriores visando uma liderança compartilhada, valorizando o diálogo e o crescimento da indústria metal mecânica local.

O Sindmetal agradece o senhor José Alves Ferreira Filho pelo tempo de gestão durante a presidência do Sindmetal e deseja uma ótima trajetória nessa nova jornada da sua vida e deseja ao Sr. Arquemedes boa sorte neste novo desafio!

Arquimedes C. Rosa  - Presidente do Sindmetal
Arquimedes C. Rosa - Presidente do Sindmetal

 

Perspectivas para o ano de 2023


Em 2023, o Sindmetal renova suas metas para melhor atender aos seus associados e fomentar as indústrias do setor. Pretendemos estar mais próximos de nosso público através do nosso blog e das redes sociais, criando conteúdo informativo sobre as atividades que vamos desenvolver ao longo do ano e também sobre as principais novidades e tendências dos setores de mecânica, metalurgia e elétrica.


Pensando em aproximar cada vez mais nossos parceiros às práticas de profissionais referência no mercado, estamos iremos oferecer diversos cursos, eventos e atividades..


Entre os cursos planejados para 2023 estão:

  • Solda MIG/MAG e TIG;

  • Tornearia mecânica;

  • Programação Básica de torno CNC;

  • Alinhamento, balanceamento e freios ABS;

  • Fundamentos da elétrica automotiva;

  • Dentre outros.

Em breve disponibilizaremos nosso calendário de cursos e eventos.




 

INSCRIÇÕES ABERTAS: CURSO DE SOLDA TIG, MIG E MAG - MÓDULO I



Em mais uma parceria do Sindmetal com o SENAI, visando capacitar mais profissionais para o mercado de trabalho, atendendo à demanda e escassez de mão-de obra, o primeiro curso que será oferecido este ano já tem data marcada para começar.

No primeiro módulo o curso irá comtemplar os seguintes temas:

  • Processo de soldagem em aço carbono na posição plana em chanfro;

  • Processo de soldagem em aço carbono na posição horizontal em chanfro;

  • Processo de soldagem em aço carbono na posição vertical em chanfro.

As inscrições estão abertas, com início das aulas dia 27/03/2023. Maiores informações: (34) 99762-2053.


 

Brasil precisa de uma política industrial


Em artigo publicado pelo jornal O Globo, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, fala sobre o papel da indústria para que o Brasil cresça de forma sustentada.

O desenvolvimento da indústria é imprescindível para o Brasil crescer de forma sustentada. Também é fundamental para o país enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, pela transformação digital e pela desorganização das cadeias globais de suprimentos, que foram severamente afetadas pela pandemia da covid-19 e pela guerra na Ucrânia.

Por isso, precisamos adotar, com urgência, uma política industrial moderna, que reverta o acelerado processo de desindustrialização ocorrido no país nas últimas décadas.

Nos últimos anos, a indústria, sufocada por uma série de disfunções, vem perdendo força. A participação do setor no PIB, que era de 48% em 1985, caiu para 23,6% em 2022. Embora ainda seja responsável por cerca de um quinto do PIB, a indústria recolhe 32,9% dos impostos federais, ou seja, um terço do total.

Além disso, é responsável por 71,8% das exportações e por 68,6% dos investimentos empresariais em pesquisa e desenvolvimento. É a indústria, também, que produz os principais insumos e equipamentos que tornam os demais setores da economia mais produtivos e competitivos.

Com enorme potencial para gerar riquezas e inovações, a atividade industrial está no centro das novas estratégias implementadas pelas nações mais avançadas para retomar o crescimento econômico. Atualmente, 84 países que representam mais de 90% do PIB mundial têm políticas ativas de apoio às suas respectivas indústrias.

Estima-se que Estados Unidos, China, Japão, Coreia do Sul, Alemanha e outras nações da União Europeia investirão cerca de US$ 5 trilhões no nesse campo, nos próximos anos.





A proposta para um Brasil mais competitivo


Com o objetivo de contribuir para que o Brasil também entre nessa rota, a CNI apresentou ao governo eleito o Plano de Retomada da Indústria, que contém propostas com vistas a estimular a produção e ajudar as milhares de empresas instaladas no país a enfrentar, em igualdade de condições, a acirrada concorrência externa.

Uma das principais propostas diz respeito à redução do Custo Brasil, que inclui, entre outros, o sistema tributário complexo, as deficiências na infraestrutura e a insegurança jurídica, fatores que, de acordo com estudo do Movimento Brasil Competitivo, subtrai R$ 1,5 trilhão das empresas todo o ano.

Para diminuir esse fardo, é preciso que o novo governo dê prioridade à aprovação de uma reforma tributária que simplifique o sistema de arrecadação de impostos, reduza a cumulatividade e desonere os investimentos e as exportações, nos moldes da PEC 110, que já está em estágio avançado de tramitação no Congresso Nacional.

É necessário, igualmente, implementar uma política industrial de longo prazo, baseada no desenvolvimento científico e tecnológico, uma vez que a inovação é a principal fonte dos ganhos de produtividade e de competitividade.

Além de buscar a redução dos custos que oneram, em demasia, o setor, a política industrial deve focar no desenvolvimento do comércio exterior, assegurando a integração da economia brasileira às cadeias globais de valor, e criando condições para que o país seja um polo de atração de investimentos e de geração de tecnologias.

A execução de tal política, no entanto, só terá êxito se houver uma estrutura eficiente de governança, com recursos orçamentários adequados, e com capacidade para articular e priorizar as medidas de retomada da indústria brasileira.

Nesse sentido, a recriação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o fortalecimento do BNDES são fundamentais para a elaboração e a execução de um projeto que promova o crescimento duradouro e sustentável da economia.

Partimos da premissa de que não há país forte sem uma indústria competitiva e inovadora. Seu fortalecimento, portanto, é crucial para a retomada do crescimento econômico e a geração de oportunidades de trabalho e renda para todos os brasileiros e brasileiras.

*Robson Braga de Andrade é empresário e presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O artigo foi publicado no jornal Correio Braziliense no dia 30/11/2022.

REPRODUÇÃO DO ARTIGO - Os artigos publicados pela Agência de Notícias da Indústria têm entre 4 e 5 mil caracteres e podem ser reproduzidos na íntegra ou parcialmente, desde que a fonte seja citada. Possíveis alterações para veiculação devem ser consultadas, previamente.


Matéria replicada da agência de notícias da Confederação Nacional das Industrias.


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